25 out

Peixes de Praia

Agora vamos falar de alguns peixes que se pode capturar no
mar, tanto na praia quanto em costões e parcéis…

 

Bonito    

Nome popular:Bonito    

Habitat: Regiões
Norte, Nordeste, Sudeste e Sul (do Amapá ao Rio Grande do Sul).

Técnicas de pesca: Equipamento de ação média, linhas de 0,35 a 0,45 libras e anzóis de nº
1/0-5/0. As iscas podem ser artificiais (de superfície ou meia água) ou naturais
(peixes, vivos ou mortos).

Saiba mais: Peixe de escamas. Espécie oceânica, de superfície e migradoura. Forma
grandes cardumes em alto-mar. Durante o verão, época de desova, pequenos
cardumes se aproximam da costa. Alimenta-se de peixes, lulas e crustáceos. A
carne não é muito apreciada e não tem valor comercial, mas pode ser encontrada
esporadicamente em mercados de peixes. O grande consumidor é a indústria de
enlatados. É importante na pesca esportiva oceânica, principalmente pela
voracidade com que ataca vários tipos de iscas.

Melhor época: Durante todo o ano.

Tamanho mínimo: Liberado

 

Caranha     

Nome Popular: Caranha

Habitat: habitante de mangues, canais, ilhas e locais com
estruturas de pedra e cascalho. Alimenta-se de pequenos peixes, crustáceos e
moluscos. Reage com fúria a qualquer situação de perigo ou
ameaça.

Técnicas de pesca:Entra
bem em iscas de fundo como rattlins, jigs, grubs e etc. Sua isca preferida são
paratis vivas, iscadas em anzóis 10/0 encastoado com aço. A pesca da caranha é
mais produtiva à noite, quando percorre distâncias maiores em busca de comida.
Utilize tralha pesada, composta por vara para carretilha de 6’6″ para linhas de
50 libras de resistência.

Dica: Tome
cuidado com os fortes dentes caninos e espinhos da nadadeira dorsal. Não tente
embarca-la se não mostrar sinais de exaustão completa. Chega facilmente aos 70
kg de peso e 1,50m de comprimento.

 

Miraguaia      

Nome popular: Miraguaia   

Habitat: Peixe encontrado nas águas costeiras do sul e sudeste do Brasil,
principalmente no inverno. Alimenta-se de moluscos e crustáceos. Migram de
acordo com as estações do ano no sentido norte-sul. São capturadas em pesca de
costão no sudeste e nos molhes da costa gaúcha.

Técnicas de pesca: A tralha ideal consiste em varas de ação pesada, de 4,5m carretilhas
pesadas e muitos metros de nylon 0,50mm. Chega aos 60 kg de peso sendo mais
comum até os 35 kg. As iscas mais usadas são os mariscos, sarnambis caranguejos,
siris e corruptos.

Dica: Coloque as iscas em
grandes quantidades num anzol 7/0 encastoado.

Melhor época: Durante todo o ano.

Tamanho mínimo: Liberado

 

Dourado do Mar    

Nome popular: Dourado do Mar    

Habitat: Podem ser
encontrados em mar aberto, desde Santa Catarina até o Amapá e raramente encostam
no litoral. Freqüentam locais próximos a grandes objetos flutuantes, sendo que
se alimentam de lulas e pequenos peixes.

Técnicas de pesca: É
extremamente esportivo e procurado tanto pela pesca esportiva quanto pela
profissional. Sua carne é extremamente saborosa
.
Deve-se utilizar uma vara de ação média/pesada,
para linhas de 12 a 25Lbs, carretilha ou molinete com capacidade para 100m de
linha com 0,40mm de diâmetro e anzóis de 2/0 a 6/0. As melhores iscas são as
naturais de sardinhas e lulas e as artificiais de plugs de meia água, lulas e
colheres.

Dica: Ao capturar
um exemplar, mantenha-o na água, segurando assim todo o
cardume.

Melhor época: Durante todo o ano.

Tamanho mínimo: 50cm

 

Anchova   

Nome popular: Anchova ou Enchova

Habitat: Está presente nos mares tropicais de todo o mundo. No Brasil, pode
ser encontrada em toda a costa leste, ao redor das ilhas mais afastadas da
costa.

Técnicas de
pesca:
Deve-se utilizar
equipamento de ação média/pesada, composto por uma vara para linhas de 10 a
25Lbs, carretilha ou molinete com capacidade de 100m de linha de 0,40mm de
diâmetro e iscas artificiais de meia água tamanho grande (aproximadamente 25cm).
Procede-se arremessando-se em direção às pedras, deixando a isca cair na espuma
formada pela arrebentação das ondas , recolhendo-se rapidamente como se fosse um
pequeno peixe em fuga.

Dica: A anchova é um
peixe que briga limpo, porém costuma dar grandes arrancadas que podem estourar a
linha. Por isso regule a embreagem da carretilha para cansar o peixe.

Melhor
época:
É mais fácil de ser
localizada nos meses de inverno.

Tamanho
mínimo:
40cm

 

Badejo

Nome popular:
Badejo

Habitat:
Freqüentam regiões rochosas, de
mar aberto, sempre próximo à costa. Existem em toda a costa leste brasileira
,
Amapá e Pará.

Técnicas de
pesca:
O equipamento deve ser de ação
média/pesada, composto por uma vara para linhas de 15 a 50Lbs carretilha ou
molinete com capacidade para 100m de linha de 0,50mm de diâmetro, com líder mais
grosso

Para iscas naturais, deve-se utilizar: anzóis tamanho 5/0 a 10/0. As
melhores iscas naturais são os pequenos peixes encontrados na região e

As iscas artificiais mais utilizadas são as de meia água: jigs,
plugs, grubs e camarões.

Melhor
época:
Durante todo o ano.

Tamanho
mínimo:
30cm

 

Cavala

Nome popular:
Cavala

Habitat:
Freqüentam regiões rochosas, de
mar aberto, sempre próximo à costa. Existem em toda a costa leste brasileira e
andam normalmente em grandes cardumes de indivíduos de tamanho semelhante.

Técnicas de
pesca:
O equipamento deve ser de ação
média/pesada, composto por uma vara para linhas de 10 a 30Lbs carretilha ou
molinete com capacidade para 100m de linha de 0,40mm de diâmetro.

Para iscas naturais, deve-se utilizar: anzóis tamanho 2/0 a 6/0,
chumbo livre na linha para afundar a isca ou bóia para mantê-la em meia
profundidade. As melhores iscas naturais são os pequenos peixes encontrados na
região e pedaços de lula.

As iscas artificiais mais utilizadas são as de meia água de tamanho
grande (20 a 25cm).

Dica: Deve-se utilizar um empate de aço,
pois os dentes das Cavalas podem cortar facilmente a linha.

Melhor
época:
Durante todo o ano.

Tamanho
mínimo:

Liberado.

 

Tainha     

Nome popular: Tainha

Habitat: Vivem próximas a costões rochosos,
em praias de areia e manguezais, onde se alimenta basicamente de algas. Existem
em toda a região litorânea do Brasil.

Técnicas de pesca: Muitos pescadores pensam que não
se pode capturar tainhas no anzol, já que ela se alimenta quase que
exclusivamente de algas. Porém, devido a grande quantidade de Tainhas existentes
nos estuários brasileiros, pode-se dizer que hoje, a pesca da Tainha é sem
dúvida, uma das mais esportivas. Deve-se utilizar equipamento de ação leve a
média, composto por uma vara para linhas de 8 a 20Lbs, carretilhas ou molinetes
que comportem aproximadamente 100m de linha de 0,30mm de diâmetro. Devido à boca
da Tainha ser de tamanho reduzido, deve-se utilizar pequenos anzóis número 12 ou
14. O principal equipamento, nesta pescaria, é a bóia, fabricada especialmente
para a pesca da Tainha. A melhor isca é o miolo de pão.

Dica: Em dias de sol forte , as Tainhas
são facilmente encontradas nas sombras produzidas pelas árvores de
mangue.

Melhor época: Nos meses de inverno, quando
procura os estuários em grandes cardumes para se reproduzir.

Tamanho
mínimo:
Liberado.

 

                    

Olho de
Boi

Nome popular: Olho-de-boi

Habitat: Podem ser encontrados no litoral brasileiro desde Santa Catarina
até o Amapá, porém a sua maior incidência
se dá no Nordeste. Freqüentam regiões pedregosas, um pouco afastadas da costa,
onde se alimentam de pequenos peixes. Normalmente andam em cardumes de
exemplares de mesmo porte.

Técnicas de pesca:
Deve-se utilizar equipamento
de ação média/pesada a pesada composto por varas para linhas de 12 a 30Lbs,
carretilhas ou molinetes com capacidade para armazenar 100m de linha com 0,40mm
de diâmetro e anzóis tipo maruseigo tamanho 5/0 a 10/0. Pode-se utilizar tanto
iscas artificiais de meia água e superfície, quanto naturais de sardinhas e
outros pequenos peixes. Procede-se arremessando junto a parcéis e ilhas, locais
freqüentados pelos pequenos peixes procurados pelo Olho-de-boi.

Dica: Ao capturar um exemplar, execute novos
arremessos no mesmo local, já que este peixe costuma andar em
cardumes.

Melhor época:
Durante todo o ano, porém nos
meses de inverno, a incidência é maior.

Tamanho mínimo:
Liberado

 

 

Pargo

Nome
popular:
Pargo
É um peixe muito procurado pelo sabor de sua
carne, que chega a ser exportada. Sua pele possui uma coloração rósea e é
encontrado em locais de águas rasas até 200 metros de profundidade. Andam em
cardumes o que facilita sua pesca por meio de anzóis médios para grandes. Os
maiores exemplares devem chegar aos quatro ou cinco quilos. Estes só são
encontrados longe da costa em águas mais profundas. Os menores são facilmente
encontrados nas ilhas costeiras. Podem ser pescados com iscas de sardinhas,
camarões e lulas. A pesca profissional desta espécie criou o termo “pargueira”
que identifica o chicote que leva de 5 a 10 anzóis, todos em cima de parcéis a
procura dos pargos.
Técnicas de
pesca:
Para a pesca de pargos, normalmente, precisa-se de barco. Para
locais rasos e próximos da costa, não se precisa de um caniço muito pesado. Um
modelo curto e médio, ou médio pesado, munido de carretilha ou molinete com
linhas de espessura até 0,35 mm são mais do que suficientes. Um chicote com até
5 anzóis, modelo maruseigo número 14, iscados com lulas, camarões ou sardinhas
já provam sua eficiência. A pesca não chega a ser das mais emocionantes em
função do tipo de esforço que estes peixes oferecem.

Dica:
Quando parte-se para uma pesca em locais profundos de até 100 metros ou mais
de profundidade, em busca de parcéis ou  fundos de cascalho, é necessário
dispensar-se o caniço e partir-se para o uso de linhas de mão. Isto é necessário
pela  obrigação de se usar chumbos entre meio quilo e um quilo e meio para que
os anzóis toquem o fundo. Nesta situação uma linha  de mão de espessura 1,00 mm
e luvas são obrigatórias. Como nestas profundidades os exemplares de pargos
podem chegar aos cinco quilos, além de se poder pegar namorados e chernes, os
anzóis podem ser do modelo maruseigo de número 28 ao 30. As iscas de,
preferência, devem ser filés de sardinhas ou de lulas.

Melhor
época:
A época mais adequada
para a pesca desta espécie é o inverno sendo que, mesmo com a água fria, ela se
alimenta bem, principalmente de dia. É incidente em praticamente toda a costa
brasileira.

 

               

Espada

Nome
popular:
Espada
Habitat:
Existe
em praticamente todo o litoral brasileiro, vivendo ao redor de ilhas dentro e
fora de baías. Podem atingir até 2m de comprimento e 4Kg de peso.

Técnicas de
pesca:
Deve-se
utilizar equipamento de ação média pesada, composto de vara para linhas de 10 a
20 Lbs, carretilha ou molinete com capacidade para 100m de linha com 0,40mm de
diâmetro e anzóis tipo maruseigo de tamanho 4/0 a 6/0. Existem várias formas de
se pescar o peixe espada já que ele vive tanto em locais fundos como rasos.
Pode-se utilizar bóia, de preferência luminosa, pois costuma-se pescar à noite.
Para se pescar com iscas naturais, deve-se utilizar pequenos peixes como a
sardinha , por exemplo. As iscas artificiais de meia água também são eficientes,
tanto na modalidade de corrico como na de arremesso.
Dica:
Preste
atenção ao recolher a isca , pois este peixe gosta de persegui-la, podendo
ataca-la até minutos antes do pescador terminar o recolhimento.

Melhor época:
Durante todo o ano, oscilando
um pouco de acordo com as alterações climáticas.

Tamanho
mínimo:
Liberado

            

Xaréu

Nome
popular:
Xaréu
Habitat:
Podem ser encontrados em todo o litoral brasileiro. Freqüentam locais com fundo
duro, de pedra ou areia, próximos a ilhas e costões, onde procuram por pequenos
peixes para se alimentar. Grandes exemplares são encontrados em mar aberto,
sendo que os pequenos podem ser capturados dentro de baías.

Técnicas de
pesca:
Deve-se utilizar equipamento de ação média/pesada, composto por uma
vara para linhas de 10 a 25Lbs, carretilha ou molinete com capacidade para
armazenar 100m de linha com 0,40mm de diâmetro e anzóis tipo maruseigo com
tamanho variando entre 2/0 e 6/0. O uso de chumbada, deverá ocorrer dependendo
da correnteza. Estes peixes costumam ficar à meia água, a aproximadamente 1,0 a
1,5m do fundo.

Dica:
Grandes exemplares podem ser capturados, por isso mantenha sempre a embreagem de
seu equipamento bem regulada, já que este peixe briga limpo, promovendo grandes
arrancadas. Dica: Grandes
exemplares podem ser capturados, por isso mantenha sempre a embreagem de seu
equipamento bem regulada, já que este peixe briga limpo, promovendo grandes
arrancadas.
Melhor
época:
Durante todo o ano, desde que a água esteja limpa.

Tamanho
mínimo:
Liberado

               

Marimbá
Nome
popular:
Marimbá
Habitat: O
marimbá é um peixe muito comum em fundos rochosos e em praias onde proliferam
mariscos e tatuís. Muito procurado pelos pescadores de costão, o marimbá também
é muito apreciado pelos que pescam embarcados em cima de lajes e formações
rochosas. Ocorre em quase todo o litoral e dificilmente passa de um quilo e
meio. Sua disputa quando ferrado, entretanto, alegra qualquer pescador. O
marimbá possui o formato arredondado, tipo um relógio, de cor prateada com uma
pinta característica negra próximo à cauda. Tem uma boca miúda e dotada de
dentes fortes que o auxiliam no trabalho de depreender mariscos das pedras.
Quando pequenos, circulam pelas espumas da arrebentação das praias, em pedras e
molhes (arrecifes) localizados em águas abrigadas. Quando adultos, são
encontrados ainda em praias mais rasas e com incidência de algas, mariscos e
tatuís, sua alimentação predileta. Além destes alimentos, os marimbás comem
camarões e pequenos peixes
Técnicas de pesca:
Na modalidade de praia, evitaremos comentar a respeito de caniços e
linhas pois consideramos sempre mais adequado que o pescador de praia procure se
habituar com o uso de caniços de grafite ou carbono entre 2,75 e 3,90 m, munidos
de molinetes e/ou carretilhas e linhas entre 0,20 mm e 0,30 mm (sempre com o
líder na frente). Em função disto, cada peixe pode requerer mudanças sobretudo
no tamanho do anzol. Este é o caso do marimbá. Por ter boca miúda, aconselhamos
o anzol modelo maruseigo número 10 para os exemplares de médio para grande
porte. Para os pequenos, anzol modelo akita número 9.

Na
modalidade embarcada, os anzóis podem ser os mesmos sendo que eles devem
trabalhar sempre no fundo próximo às pedras. De costão, aconselhamos, mais uma
vez, o sistema de um único anzol com chumbo oliva solto na linha. As iscas mais
eficientes, como já dissemos, são os tatuís, os mariscos, o camarão e a sardinha
em filés. Os marimbás raramente cairão em iscas artificiais e muito menos
comerão na meia água.
Dica: Os marimbás, por terem a boca
pequena, são eméritos ladrões de isca por isso as ferradas nem sempre são bem
sucedidas. Colocar bem a isca no anzol é fundamental.
Melhor
época:
Durante todo o ano.
Tamanho mínimo: Liberado

                  

                     

Corvina
Nome
popular:
Corvina
Habitat: Podem ser encontradas em
toda a faixa litorânea brasileira, bem como na costa oeste paranaense, onde a
Pescada Piauí foi introduzida e é chamada de Corvina. Vivem em locais com fundo
arenoso, normalmente em cardumes não muito numerosos.

Técnicas de
pesca:


1- Caso se queira pescar Corvinas de
praia, deve-se utilizar varas com comprimento variando entre 2,10m e 4,20m,
molinete ou carretilha com capacidade de armazenamento de 150m de linha de
0,25mm a 0,30mm de diâmetro, com um chicote de 0,40mm para dois anzóis tipo 4330
tamanho 2/0 a 3/0, chumbadas tipo pirâmide cujo peso deve variar com a distância
do arremesso e correnteza da maré.

Para a pesca
de praia, os melhores locais são os alagamares e canais de praia, sendo as
melhores iscas os camarões, sardinhas, manjubas e corruptos, preferencialmente
vivos.

                             2- Para se pescar embarcado, deve-se
utilizar equipamento de ação média, composto por uma vara para linhas de 8 a
17Lbs, molinete ou carretilha com capacidade para armazenar 100m de linha de
0,30mm de diâmetro e anzóis de tamanho 1/0 a 4/0. A chumbada deve correr na
linha. Em regiões litorâneas deve-se utilizar as mesmas iscas da pesca de praia,
porém na costa oeste do Paraná as melhores iscas são o lambari vivo e o camarão
de água doce.

Dica: Na pesca embarcada, o silêncio é fundamental. Na pesca de
praia, deve-se arremessar no canal, que é facilmente localizado pela
arrebentação das ondas. O início da arrebentação marca o final do canal

Melhores
épocas:
Meses de outubro,
novembro e dezembro.

Tamanho mínimo: 25cm

 

                       

Betara
Nome
popular:
Betara
Habitat: São encontradas em canais de praias rasas
de fundo arenoso, onde procuram pequenos animais que se expõe pela ação das
ondas. Existem em toda a faixa litorânea brasileira.
Técnicas de
pesca:
São pescadas na modalidade de pesca de praia. Deve-se utilizar varas
com comprimento variando entre 2,10m e 4,20m, molinete ou carretilha com
capacidade de armazenamento de 150m de linha de 0,25mm a 0,30mm de diâmetro, com
um chicote de 0,40mm para dois anzóis tipo maruseigo tamanho 12 a 16, chumbadas
tipo pirâmide cujo peso deve variar com a distância do arremesso e correnteza da
maré.Para a pesca de praia, os melhores locais são os canais de praia, sendo as
melhores iscas os camarões, os mariscos e os corruptos, que podem estar vivos ou
mortos.A melhor maré é a de enchente.
Dica: Como a Betara é um peixe
que tem a boca voltada para baixo, deve-se fazer com que os anzóis fiquem o mais
próximo possível do fundo, utilizando-se chicotes longos.
Melhor
época:
Durante todo o ano.
Tamanho mínimo: Liberado

 

                       

Pampo   

Nome popular: Pampo

Habitat: Podem ser
encontrados em todo o litoral brasileiro sendo que se subdivide em cinco
espécies. Freqüentam locais próximos à formações rochosas e praias na região em
que as ondas estouram.

Técnicas de pesca:


1- Embarcada: Deve-se
utilizar equipamento de ação média, composto por uma vara para linhas
com resistência de 10 a 20Lbs, um molinete ou carretilha com capacidade para
100m de linha com 0,40mm de diâmetro e anzóis de haste curta e tamanho 4/0. O
chumbo deve ter seu peso variando de acordo com a correnteza e deve correr pela
linha.

                           2- De praia: Deve-se utilizar um
equipamento composto por uma vara de 3 a 4,2m de comprimento, um molinete ou
carretilha com capacidade para armazenar 150m de linha com 0,25mm de diâmetro e
anzóis com haste curta de tamanho 2/0 ou 3/0. A chumbada deve variar com a
correnteza e distância do arremesso.

Tanto para a
pesca de praia quanto para a pesca embarcada, deve-se utilizar como isca, a que
mais fácil for encontrada na região (camarões , peixinhos, etc.), já que é a que
o peixe está acostumado a comer sendo portanto a mais eficiente.

Dica: O formato
arredondado do corpo, faz com que este peixe tenha muita força, promovendo
grandes corridas quando fisgado. Equipamento regulado e perícia durante a briga,
são as vantagens dos bons pescadores.

Melhor
época:
Nos meses mais quentes
do ano: novembro, dezembro, janeiro e fevereiro.

Tamanho mínimo: Liberado

 

           
   

Robalo

Nome
popular:
Robalo Flecha e Peva
Habitat:
Vive nas águas salgadas e salobras da costa leste brasileira, desde a divisa do
estado de Santa Catarina e Rio Grande do Sul até o estado do Maranhão. Freqüenta
ilhas, rios e canais, onde procura suas presas próximo a estruturas de paus,
pedras, etc .

    a) Com iscas
naturais:
Pode-se utilizar
bóia ou não, sendo necessário se testar as duas possibilidades até que se
obtenha sucesso, pois as variáveis climáticas fazem com que o comportamento do
Robalo seja imprevisível.

    As iscas naturais mais
utilizadas para a pesca do Robalo são o camarão, sardinha, manjuba e amborê,
sendo que preferencialmente, estas iscas devem estar vivas, pois o movimento é o
principal atrativo ao Robalo. Procede-se arremessando junto às galhadas e pedras
existentes em rios, canais e baías que deságuam no mar, pois os Robalos sempre
procuram estruturas como paus e pedras para procurar alimento. Quanto mais
preciso o arremesso, maior a chance de captura. 

   b) Com iscas
artificiais:
Considerada uma das mais emocionantes modalidades de
pesca, a pesca com iscas artificiais tem particularidades que só com a prática
podem ser descobertas, porém algumas podem ser logo observadas, são elas:

   – Movimentação da isca: A isca
artificial deve estar sempre em movimento, assemelhando-se à um pequeno peixe
nadando.

   –
Movimentação do pescador: Na pesca com iscas artificiais, o pescador deve
procurar o peixe até que possa capturar vários em um mesmo local, por isso é
imprescindível que se use um motor elétrico.


Precisão
de arremesso: Mais importante do que em qualquer outra modalidade de pesca, a
precisão de arremesso é crucial para o sucesso da pescaria de
Robalos.

Marés: As melhores marés
para se pescar Robalos ocorrem nas luas crescente e minguante, sendo esta ,
talvez, a variante que mais influi no comportamento dos peixes de água salgada.
Na pesca embarcada, cada pesqueiro é mais produtivo em uma determinada maré ,
por isso o amigo pescador deve estudar cada local de pesca para que com o tempo
possa avaliar as melhores horas para se pescar. Na pesca de praia, a melhor maré
é a de enchente.

Dica:
Marque
as marés de cada pesqueiro, pois provavelmente os Robalos lá estarão quando a
maré se repetir
Melhor
época:
O Robalo pode ser pescado durante o ano todo, sendo que sua maior
atividade ocorre em épocas de estiagem.

FONTEwww.xareu.com.br

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